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English to Portuguese: Methods and Communications Devices (Telecommunications) General field: Tech/Engineering Detailed field: Patents
Source text - English CLAIMS
What is claimed is:
1. A method of operating a communications device configured to transmit signals to and/or to receive signals from a wireless communications network via a wireless radio interface provided by the wireless communications network, the method comprising
receiving, from the wireless communications network, downlink data on a first downlink channel within one of a plurality of periodically occurring downlink transmission occasions,
determining that an uplink channel associated with the first downlink channel cannot be used to carry a Hybrid Automatic Repeat Request acknowledgement, HARQ-ACK, the HARQ-ACK indicating whether or not the downlink data has been successfully received by the communications device on the first downlink channel within the downlink transmission occasion,
determining that the HARQ-ACK is to be carried by a next available uplink channel instead of the uplink channel associated with the first downlink channel,
determining that the next available uplink channel carries at least one other HARQ-ACK associated with one of at least one other downlink channel each carrying other downlink data received from the wireless communications network, wherein a HARQ process number, HPN, associated with both of the HARQ-ACK and the first downlink channel is the same as a HPN associated with both of the at least one other HARQ-ACK and the at least one other downlink channel,
determining whether the communications device is to store all of the first downlink channel and the at least one other downlink channel within a HARQ buffer of the communications device,
if the communications device determines that it is to store all of the first downlink channel and the at least one other downlink channel within the HARQ buffer, storing all of the first downlink channel and the at least one other downlink channel within the HARQ buffer, or
if the communications device determines that it is not to store all of the first downlink channel and the at least one other downlink channel within the HARQ buffer, dropping, in accordance with at least one characteristic of the downlink channels, at least one of: the first downlink channel, and the at least one other downlink channel, from the HARQ buffer, and
transmitting all of the HARQ-ACK and the at least one other HARQ-ACK within the next available uplink channel.
2. A method according to Claim 1, wherein the at least one characteristic of the downlink channels comprises whether or not the downlink channels have been successfully decoded by the communications device, the at least one dropped downlink channel having been successfully decoded by the communications device.
3. A method according to Claim 3, comprising
determining that the communications device is not to store all of the first downlink channel and the at least one other downlink channel within the HARQ buffer based on determining that the HARQ buffer does not have enough space to store all of the first downlink channel and the at least one other downlink channel.
4. A computer program comprising instructions which, when loaded onto a computer, cause the computer to perform a method according to Claim 1.
Translation - Portuguese REIVINDICAÇÕES
1. Método de operação de um dispositivo de comunicações configurado para transmitir sinais para e/ou receber sinais de uma rede de comunicações sem fio por meio de uma interface de rádio sem fio fornecida pela rede de comunicações sem fio, o método sendo caracterizado por compreender:
receber, da rede de comunicações sem fio, dados de enlace descendente em um primeiro canal de enlace descendente em uma dentre uma pluralidade de ocasiões de transmissão de enlace descendente de ocorrência periódica;
determinar que um canal de enlace ascendente associado ao primeiro canal de enlace descendente não pode ser usado para transmitir um reconhecimento de Solicitação de Repetição Automática Híbrida, HARQ-ACK, sendo que o HARQ-ACK indica se os dados de enlace descendente foram ou não recebidos corretamente pelo dispositivo de comunicações no primeiro canal de enlace descendente na ocasião de transmissão de enlace descendente;
determinar que o HARQ-ACK deve ser transmitido por um próximo canal de enlace ascendente disponível em vez do canal de enlace ascendente associado ao primeiro canal de enlace descendente;
determinar que o próximo canal de enlace ascendente disponível transmite pelo menos um outro HARQ-ACK associado a um dentre pelo menos um outro canal de enlace descendente, sendo que cada um transmite outros dados de enlace descendente recebidos a partir da rede de comunicações sem fio, sendo que o número de processo HARQ, HPN, associado tanto ao HARQ-ACK quanto ao primeiro canal de enlace descendente é o mesmo que o HPN associado tanto a pelo menos um outro HARQ-ACK quanto a pelo menos um outro canal de enlace descendente;
determinar se o dispositivo de comunicações deve armazenar a totalidade do primeiro canal de enlace descendente e de pelo menos um outro canal de enlace descendente em um buffer de HARQ do dispositivo de comunicações;
se o dispositivo de comunicações determinar que deve armazenar a totalidade do primeiro canal de enlace descendente e de pelo menos um outro canal de enlace descendente no buffer de HARQ, armazenar a totalidade do primeiro canal de enlace descendente e de pelo menos um outro canal de enlace descendente no buffer de HARQ; ou
se o dispositivo de comunicações determinar que não deve armazenar a totalidade do primeiro canal de enlace descendente e de pelo menos um outro canal de enlace descendente no buffer de HARQ, descartar do buffer de HARQ, de acordo com pelo menos uma característica dos canais de enlace descendente, pelo menos um dentre: o primeiro canal de enlace descendente e pelo menos um outro canal de enlace descendente; e
transmitir a totalidade do HARQ-ACK e de pelo menos um outro HARQ-ACK no próximo canal de enlace ascendente disponível.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por pelo menos uma característica dos canais de enlace descendente compreender determinar se os canais de enlace descendente foram ou não decodificados corretamente pelo dispositivo de comunicações, sendo que pelo menos um canal de enlace descendente descartado foi decodificado corretamente pelo dispositivo de comunicações.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender determinar que o dispositivo de comunicações não deve armazenar a totalidade do primeiro canal de enlace descendente e de pelo menos um outro canal de enlace descendente no buffer de HARQ com base na determinação de que o buffer de HARQ não possui espaço suficiente para armazenar a totalidade do primeiro canal de enlace descendente e de pelo menos um outro canal de enlace descendente.
4. Programa de computador, caracterizado por compreender instruções que, quando carregadas em um computador, fazem com que o computador execute um método como definido na reivindicação 1.
English to Portuguese: Instructions for Use (IFU) - Dexcom G7 Sensor General field: Tech/Engineering Detailed field: Medical: Instruments
Source text - English
Contraindications
MRI/CT/Diathermy: Do not wear your Dexcom G7 sensor or receiver during Magnetic Resonance Imaging (MRI), Computed Tomography (CT) scan, or high-frequency electrical heat (diathermy) treatment.
The magnetic fields and heat could damage the components of the G7, which may cause it to display incorrect glucose readings or prevent alerts.
Warnings
Inspect Before Use: Do not use a damaged or cracked sensor pod or applicator. A damaged component could cause infection, bleeding, or inaccurate blood glucose measurements.
Severe Hypoglycemia: Do not ignore symptoms of low blood sugar. If your glucose alerts do not match how you feel, use a blood glucose meter to make treatment decisions.
Sensor Wire Breakage: In rare cases, the wire of the sensor may break or detach and remain under your skin.
If this happens, do not attempt to remove it yourself. Seek immediate medical advice if you experience redness, swelling, or pain at the insertion site.
Section 2: Step-by-Step Sensor Insertion and Site
Preparation
Preparing the Site
1. Choose a placement site on the back of your upper arm. Avoid areas with tattoos, scars, or rough skin.
2. Clean the area thoroughly with an alcohol wipe. Allow the skin to air-dry completely before proceeding. Moisture or oils will prevent the patch from sticking.
Applying the Sensor
1. Unscrew the cap from the automatic applicator. Do not touch the inside of the applicator or the needle.
2. Place the applicator flat against your skin. Press down firmly to unlock the safety mechanism.
3. Press the button to insert the sensor. You will hear a click.
4. Gently lift the applicator straight up, away from your body.
5. Rub around the adhesive patch 3 times to ensure it seals firmly against your skin.
Translation - Portuguese Contraindicações
Exames de Ressonância Magnética (RM), Tomografia Computadorizada (TC) e Diatermia: Não use o sensor ou o receptor do seu Dexcom G7 durante exames de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada ou tratamentos com calor elétrico de alta frequência (diatermia).
Os campos magnéticos e o calor desses procedimentos podem danificar os componentes do G7. Isso pode fazer com que o aparelho mostre leituras incorretas de glicose ou impedir o funcionamento dos alertas.
Advertências
Inspecione Antes de Usar: Não use o sensor ou o aplicador se eles estiverem danificados ou rachados. Um componente danificado pode causar infecções, sangramentos ou medições incorretas de glicose no sangue.
Hipoglicemia Grave: Não ignore os sintomas de açúcar baixo no sangue. Se os alertas de glicose não corresponderem ao que você está sentindo, use um medidor tradicional de glicose (teste de ponta de dedo) para decidir o que fazer.
Rompimento do Fio do Sensor: Em casos raros, o fio do sensor pode quebrar ou se soltar e continuar debaixo da sua pele.
Se isso acontecer, não tente tirá-lo por conta própria. Procure atendimento médico imediatamente se notar vermelhidão, inchaço ou dor no local onde o sensor foi aplicado.
Seção 2: Passo a Passo para Aplicação do Sensor e Preparação do Local
Preparação do Local
1. Escolha um local para aplicar o sensor na parte de trás do braço. Evite áreas com tatuagens, cicatrizes ou pele áspera.
2. Limpe bem a área usando um lenço umedecido com álcool. Deixe a pele secar sozinha por completo antes de continuar. A umidade ou a oleosidade da pele vão impedir que o adesivo cole direito.
Aplicação do Sensor
1. Gire e retire a tampa do aplicador automático. Não toque na agulha nem na parte de dentro do aplicador.
2. Posicione o aplicador reto e bem firme contra a pele. Pressione-o para baixo com firmeza para destravar a trava de segurança.
3. Aperte o botão para aplicar o sensor. Você vai ouvir um estalo (clique).
4. Retire o aplicador com cuidado, puxando-o para cima em linha reta.
5. Esfregue ao redor do adesivo 3 vezes para garantir que ele fique bem colado na pele.
English to Portuguese: The Science of Feeling Safe Enough to Fall in Love with Life (Polyvagal Teory) General field: Tech/Engineering Detailed field: Psychology
Source text - English The Science of Feeling Safe Enough to Fall in Love with Life
The autonomic nervous system is at the heart of our lived experience. It influences the way we live, love, and work; it guides how we move through the world.
The nervous system is the common denominator in our human family designed to help us successfully navigate the challenges of daily living ensuring we survive in moments of danger and thrive in times of safety.
Polyvagal Theory, developed by renowned scientist Stephen Porges, offers a guide to the inner workings of the autonomic nervous system and a way to partner with our nervous system to navigate this unfamiliar territory.
According to Polyvagal Theory, three organizing principles — neuroception, hierarchy, and co-regulation — form the foundation of understanding how our nervous system works.
The Language of Polyvagal Theory
Neuroception
The stories about who we are and how the world works originate in our autonomic state, are sent through autonomic pathways from the body to the brain, and are then translated by the brain into the beliefs that guide our daily living.
The mind narrates what the nervous system knows. Story follows state. Before the brain understands and makes meaning of an experience, the autonomic nervous system has assessed the situation and initiated a response.
Coined by Polyvagal Theory developer Stephen Porges, neuroception describes how our autonomic nervous system takes in information.
This inner, subconscious surveillance system gathers information through three pathways: inside listening to what is happening in our internal organs, outside scanning the environment, and between sensing the connection to another nervous system.
Through neuroception, we are continuously broadcasting and receiving messages of welcome and warning.
In response to the information that we receive via neuroception, the autonomic nervous system makes moment-to-moment decisions about safety and survival, and we move from state to state along the autonomic hierarchy.
Hierarchy
The autonomic nervous system responds to sensations in the body and signals from the environment through three pathways of response.
These pathways work in a specified order and respond to challenges in predictable ways called the autonomic hierarchy. Each pathway brings its own set of thoughts, feelings, behaviors, and bodily experiences.
The three pathways (and their patterns of response), in evolutionary order from oldest to newest, are the dorsal vagus (immobilization), the sympathetic nervous system (mobilization), and the ventral vagus (social engagement and connection).
Translation - Portuguese A ciência de se sentir seguro o suficiente para se apaixonar pela vida
O sistema nervoso autônomo está no cerne da nossa experiência vivida. Ele influencia a maneira como vivemos, amamos e trabalhamos, orientando como nos movemos pelo mundo.
O sistema nervoso é o denominador comum da nossa espécie, projetado para nos ajudar a enfrentar os desafios do dia a dia com sucesso, garantindo nossa sobrevivência em momentos de perigo e nossa prosperidade em tempos de segurança.
A Teoria Polivagal, desenvolvida pelo renomado cientista Stephen Porges, oferece um guia para o funcionamento interno do sistema nervoso autônomo e uma maneira de trabalhar em conjunto com nossa biologia para navegar por esse território desconhecido.
De acordo com a Teoria Polivagal, três princípios organizadores formam a base para compreender como o nosso sistema nervoso funciona: a neurocepção, a hierarquia e a corregulação.
A Linguagem da Teoria Polivagal
Neurocepção
As histórias sobre quem somos e como o mundo funciona se originam em nosso estado autonômico (a resposta biológica de segurança, luta ou fuga do nosso corpo). Essas histórias são enviadas do corpo ao cérebro por meio de vias autonômicas e, em seguida, traduzidas pelo cérebro nas crenças que guiam nossa vida diária.
A mente narra o que o sistema nervoso sabe. A narrativa acompanha o estado do sistema nervoso. Antes que o cérebro compreenda e dê sentido a uma experiência, o sistema nervoso autônomo já avaliou a situação e iniciou uma resposta.
A neurocepção, termo cunhado por Stephen Porges (criador da Teoria Polivagal), descreve como o nosso sistema nervoso autônomo coleta informações.
Esse sistema interno e subconsciente de vigilância coleta informações por meio de três vias: a interna, ouvindo o que acontece em nossos órgãos; a externa, mapeando o ambiente; e a interpessoal, percebendo a conexão com outro sistema nervoso.
Por meio da neurocepção, estamos continuamente transmitindo e recebendo mensagens de acolhimento ou de alerta.
Em resposta às informações recebidas via neurocepção, o sistema nervoso autônomo toma decisões sobre segurança e sobrevivência a cada instante, e nós transitamos de um estado para outro entre os diferentes níveis do nosso sistema nervoso.
Hierarquia
O sistema nervoso autônomo responde às sensações do corpo e aos sinais do ambiente por meio de três vias de resposta.
Essas vias funcionam em uma ordem específica e respondem aos desafios de maneiras previsíveis, o que chamamos de hierarquia autonômica. Cada via traz seu próprio conjunto de pensamentos, sentimentos, comportamentos e experiências corporais.
As três vias e seus padrões de resposta, na ordem evolutiva da mais antiga para a mais recente, são: o vago dorsal, ligado à imobilização; o sistema nervoso simpático, responsável pela mobilização; e o vago ventral, associado ao engajamento social e à conexão.